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quarta-feira, 27 de maio de 2015

CUIDADOS ESPECIAIS NO FRIO





A temperatura vai caindo e se vestir, sair, tomar banho e outras atividades corriqueiras vão ficando mais complicadas, e para as crianças o frio traz ainda mais problemas! O corpo das crianças é mais sensível e as defesas ainda não estão bem fortalecidas, por isso o cuidado dos pais é fundamental para a saúde das crianças no inverno, principalmente os bebês.
Gripes, resfriados e pele ressecada são os principais problemas que as crianças enfrentam nas épocas de frio. Os recém-nascidos correm um grande risco de ter hipotermia, é muito importante ficar alerta para a temperatura do corpo das crianças no inverno, mas não exagere demais nas roupas. Para saber um pouco mais veja as dicas de cuidados com bebê no inverno.
LÁBIOS: Os bebês babam muito, isto é normal, dentes nascendo e a falta de controle da saliva faz os pequeninos ficarem sempre babados. Nosso papel como pais é estar sempre com uma toalhinha e evitar que a roupa da criança fique muito encharcada, mas com todo esse processo de “baba e seca” os lábios podem ficar rachados no inverno, devido ao vento e a temperatura baixa. A melhor solução para o problema é passar protetor labial para manter os lábios hidratados.BROTOEJAS: As brotoejas não são exclusividade apenas do verão, não! No inverno as mães costumam exagerar na quantidade de roupas, principalmente de lã, então as glândulas de suor ficam “entupidas” dando lugar a bolinhas vermelhas, principalmente nas dobrinhas dos bebês. Uma solução para este problema é vestir as crianças com várias camadas de roupas finas e ir tirando conforme a temperatura for aumentando.
PELE: É comum no inverno os bebês e crianças pequenas ficarem com a pele, principalmente do rosto, mais grossa e ressecada. Isso acontece devido ao contato direto da pele com o ar gelado e seco, provocando desidratação cutânea nos pequenos. A solução para a pele ressecada do bebê é não exagerar na temperatura da água do banho, usar sabonete e shampoo sem álcool e passar creme hidratante no rostinho do bebê cerca de 2 minutos após o banho, esses cuidados com crianças no inverno pode evitar dor de cabeça e idas frequentes ao médico por conta de resfriados e febres.
BANHO: Quando a gente é mãe as vezes fica com dó de dar banho nos pequenos nos dias muito frios e pensa em deixar passar achando que vai ser melhor pro bebê, que um diazinho sem banho não vai fazer mal… Tire isso da cabeça! O banho dos bebês deve ser diário! Para tornar o banho mais agradável mesmo nos dias mais frios, escolha o horário mais quentinho do dia, normalmente logo após o meio dia. A temperatura da água não pode estar muito quente, deve ser morninha. Aqueça o banheiro com um aquecedor para não causar um choque térmico no pequeno. Acelere os banhos dos dias frios, lave o bebê rapidinho e logo o enrole em uma toalha um pouco aquecida (por ferro elétrico ou secador).
HIPOTERMIA: A hipotermia é um assunto muito sério e pode levar a criança à morte, principalmente os recém-nascidos. Evite colocar o bebê em ambientes muito frios, procure vesti-lo adequadamente, colocar toucas pois cerca de 25% do calor do corpo do bebê se perde pela cabecinha, manter pés e mãos aquecidos com meias e luvas. Se notar as extremidades do corpinho geladas use um termômetro para verificar a temperatura do corpo, que deve estar acima de 36°, caso esteja a baixo leve o bebê para o hospital enroladinho num cobertor, com o rosto descoberto e com a barriguinha junto à sua, para transmitir seu calor à ele.
Com estes pequenos cuidados especiais com bebês no inverno essa estação será muito bem aproveitada como todas as outras. Procure fechar janelas e portas e evitar correntes de ar dentro de casa. Quando for passear com a criança certifique-se que esteja bem agasalhada, não mais que você, por menor que seja o bebê também sente calor. Cuide da pele do seu bebê como se tivesse cuidando da sua, eles não podem se comunicar direito então precisam dos nossos cuidados de pais.



Fonte : http://www.pediatriaemfoco.com.br/posts.php?cod=32&cat=5

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Mordedor

Mordedores: idade certa para usar


Quando surge os primeiros dentinhos?
O surgimento da dentição ocorre geralmente, quando o pequeno atinge os seis meses de idade. A erupção na gengiva pode ser muito desconfortável, por conta da dor e coceira. Se seu baby estiver irritado, chorando muito sem você entender o porquê, salivando bastante, falta de apetite, febre baixa, fezes amolecidas, saiba, os dentinhos dele estão prestes a nascer!  Nem todos os bebês vão apresentar todos esse sinais e sintomas. O bebê sofrerá incômodo com as dores sempre que um dente novo estiver nascendo! 

Os bebês sentem necessidade de morder mais, para ajudar a rasgar a gengiva, eles precisam morder e isto faz parte do seu desenvolvimento, é aí que entra o mordedor! O mordedor é muito importante para os bebês nessa fase, pois, massageia a gengiva e estimula a realização dos movimentos mastigatórios. seu uso não é prejudicial para a crianças.

Dicas

- Mantenha sempre o mordedor higienizado e esterilizado;
- Escolha um bom mordedor, os dentistas indicam os de látex, planos e com umas bolinhas sobre a sua superfície para poder massagear melhor a gengiva do bebê;
- Teste alguns para achar o que mais se adapta com o seu filho;
- Os melhores são aqueles com material lavável;
- Guarde os mordedores na geladeira, sempre higienizados, pois a temperatura mais baixa ajuda a anestesiar e aliviar a dor;
- É desejável que se faça a prescrição profissional do modelo de mordedor mais indicado para cada tipo de rebordo gengival.

Fonte : http://www.cantomaebebe.com.br/2014/03/mordedores-idade-certa-para-usar.html



Então meninas a Emilly começou a usar mordedor com 4 meses , na minha opinião acho super bom o uso de mordedores , o primeiro dela foi um rosa que tem um liquido dentro , você coloca na geladeira e fica geladinho ela super amava
Hoje ela gosta desse da foto , é da Fisher Price , que na verdade é um Móbile de fazenda super fofo e os animais são mordedores






sexta-feira, 22 de maio de 2015

Meses do bebe


6 meses


Novidade no cardápio


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, no sexto mês o bebê já pode começar gradativamente a ingerir outros alimentos, como frutas, legumes, verduras e cereais, além do leite materno.

Para descobrir se a criança já está
 pronta para comer, preste atenção se ela já consegue ficar sentada sem apoio. Isso é sinal de que a musculatura do abdômen já está mais definida e os alimentos, complementares ao leite materno, estão liberados. Os alimentos devem ter uma consistência bem pastosa, pois ainda não há mastigação.
Dica do especialista

Para estimular o vínculo e manter o contato físico entre o bebê e a figura materna na hora da alimentação, ao invés de utilizar talheres, a mãe pode oferecer a comida com as próprias mãos. Vale lembrar que a Organização Mundial da Saúde recomenda que o aleitamento materno seja mantido até o bebê completar dois anos de idade.




quarta-feira, 20 de maio de 2015

TRANSIÇÃO DO BERÇO PARA CAMA

Na verdade, não tem idade exata e nem uma regra para essa mudança. Poucas mamães se recordam, mas dar a eles autonomia é importante, porém exige cuidados. O principal deles é lembrar que com a torça do berço para a cama, entra em cena o bebê andarilho. Ele terá conquistado a liberdade de ir e vir enquanto todos na casa estão dormindo e isso também tem sua dose de perigo.
É importante que a criança entenda o porquê da troca, caso contrário ela se sente insegura. A saída do berço pode tanto ser algo natural como sofrido para cada criança. O estímulo, a orientação e a conversa aberta, explicando os motivos da troca ajudam nesse caminho.
Quando o berço, ao invés de reter e proteger a criança e passa a ser um obstáculo a ser transposto’, é melhor ficar atento. Essas podem ser ótimas dicas de quando iniciar esse processo, a princípio, baixando as grades do berço e orientando essa criança sobre as formas adequadas e os riscos ao subir e descer, para não se machucar.
  • Mantenha as tomadas protegidas
  •  Se o bebê dorme com a porta do quarto aberta, verifique se as portas dos banheiros e cozinha estão fechadas (particularmente, sou contra deixar a porta fechada).
  •  Se há escadas em sua casa, instale portões de segurança e mantenha-os fechado durante a noite toda. Eles também podem ser colocados no corredor dos quartos para a sala em casas térreas ou apartamentos para restringir acesso à área comum, onde há mais situações de risco.
  •  Janelas e sacadas devem ter telas
  • Verifique se há armários soltos, especialmente os escaláveis.
  • Retire remédios, produtos de limpeza e objetos perigosos de locais acessíveis, lembre-se que ele já sabe arrastar e subir em cadeiras para conseguir o que quer.
  • Proteja portas com espumas ou borrachas para que não se fechem e prendam os dedos da criança.

Fonte : http://www.universojatoba.com.br/maternidade/de-mae-para-mae


 Essa é a Emilly RN linda tinha uns 20 diasnessa foto , hoje esta com 5 meses 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

11 erros comuns sobre a segurança do bebê


1. Encher o berço de objetos macios 

Antes mesmo da chegada do bebê, o berço já está cheio de almofadinhas, bichinhos e enfeites – tudo para deixá-lo encantador e aconchegante. Porém, de acordo com Alessandra Françóia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura, o ideal é manter o berço livre. “Quanto menos coisa se coloca, mais seguro e saudável ele se torna”, diz. E não somente pelo risco de sufocação: o excesso de objetos também facilita ao bebê escalar o berço e correr mais riscos de sofrer uma queda. 

2. Colocar protetores acolchoados nas grades do berço

O uso é contraindicado pela Sociedade Americana de Pediatria. “O bebê pode se enfiar debaixo do protetor e sufocar”, diz a pediatra Camila Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Os pais acabam colocando os protetores por medo de que a criança prenda o braço ou os pés entre as grades, mas o ideal é que a distância entre as hastes da grade não permita isso. “O perigo são os riscos silenciosos, como a sufocação”, diz Alessandra Françóia. 
Saiba reconhecer um berço seguro.

3. Deixar móbiles ao alcance do bebê 


Assim como os enfeites de berço, os móbiles também são encantadores. Mas, de acordo com pediatra Marislaine de Mendonça, do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria, é um erro comum se esquecer de ajustá-los de acordo com o crescimento da criança. Quando alcança o enfeite, o bebê corre dois riscos: o móbile cair em cima dele ou ele se pendurar e cair para fora do berço.

4. Abusar das cobertas e usar travesseiro

Evitar o excesso também vale para cobertas e travesseiros. Segundo Alessandra Françóia, a regra é vestir mais roupa no bebê e usar menos cobertas no berço. Se for utilizá-las, o indicado é uma coberta leve, no máximo até a altura do peito do bebê, com o cuidado de manter os bracinhos dele para fora. Prender essa coberta embaixo do colchão também é uma forma de evitar que a criança cubra o próprio rosto. Se o bebê passou da fase de dormir quietinho e fica se virando no berço, os pais devem avaliar se o uso da coberta será mesmo seguro. 

Além disso, a especialista comenta que o uso do travesseiro não é necessário nesta fase inicial da vida do bebê. Desnecessário, ele representa apenas mais um risco de sufocação. 
Dormir com o bebê: a cena é linda, mas o perigo é grande
5. Levar o bebê para dormir na cama dos pais

Pode ser difícil convencer o bebê a ficar no próprio berço. Mas o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, indica aos pais jamais ceder e levar o filho para dormir na própria cama. “É um perigo. Os pais irão dormir também e podem sufocar o filho”, comenta. Descubra aqui o que fazer para que o 
bebê consiga dormir com mais facilidade – e no próprio berço.

6. Colocar o bebê para dormir na posição errada

Se antes a indicação era colocar os bebês para dormir de bruços, por medo de que ele regurgitasse e se engasgasse no meio da noite, hoje os estudos apontam para o oposto: o mais seguro é o bebê dormir de barriga para cima. Alguns pais, no entanto, ainda colocam os pequenos em posições inadequadas. “Muitos ainda têm medo de colocar a criança de barriga para cima, já que ficou marcado na memória que esta posição é perigosa”, afirma Camila Reibscheid.

7. Permitir o uso do andador

Com comercialização proibida no Canadá, o objeto bem conhecido dos pais – e ainda muito utilizado – é hoje contraindicado pelos pediatras brasileiros. De acordo com Marislaine, da Sociedade Brasileira de Pediatria, o andador é causador de muitos acidentes. “Ele pode alcançar uma velocidade considerável e favorece as quedas”, diz. Camila Reibscheid lista outros problemas: com o andador, a criança pode cair de um degrau no meio do caminho, prender o dedo na parede e, principalmente, cair feio e até sofrer um traumatismo craniano. O objeto também pode prejudicar o desenvolvimento da criança e deixá-la mais insegura para dar os primeiros passos sozinha. “Por isso, se ganhou de presente, troque-o”, recomenda. 

8. Dar brinquedos não indicados para bebês

Especialmente nas famílias com um irmão mais velho, é comum os pais darem ao menor os brinquedos que deixaram de ser usados pelo primogênito. Mas a indicação da faixa etária sempre deve ser seguida. Crianças menores têm a tendência a conhecer o mundo pelos sentidos e podem colocar os brinquedos na boca. Se ele tiver uma peça pequena que se solta facilmente, pronto: os pais podem ter que sair correndo para o hospital ou, pior, podem nem perceber que o filho engoliu um objeto não identificado. Brinquedos para crianças mais velhas também podem soltar tinta tóxica. Marislaine de Mendonça indica aos pais se assegurar da classificação etária do brinquedo e do selo de qualidade e segurança do Inmetro. 

9. Deixar moedas e objetos pequenos ao redor

Com criança pequena, todo cuidado é pouco. E com objetos pequenos, também. Marislaine de Mendonça ressalta que os pais devem estar sempre atentos para não deixar ao alcance do bebê nada que possa ser ingerido. Entre broches e grampos de cabelo, 
saiba como evitar que as crianças engulam objetos.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Lavando a roupa do recém-nascido


Roupa de bebe
Cuidar da roupa dos recém-nascidos é trabalhoso, mas não tem como fugir. A primeira sugestão dos pediatras é lavar todas as roupinhas antes do bebê vesti-las, inclusive fraldas, toalhas e lençóis. Nada deve entrar em contato com a pele delicada do bebê antes de ser devidamente higienizado.
Isso porque mesmo as roupas novas podem estar com poeira, ácaros e fungos que afetam a saúde do recém-nascido.
É claro que nada grave irá acontecer se o bebê usar uma roupinha sem lavagem prévia. Mas podem aparecer algumas irritações ou alergias na pele, causando desconforto.
A dica é que as mães, lá pelo sétimo mês de gravidez, comecem a lavar todo o enxoval do bebê que está para chegar. Nessa fase, a gestante ainda tem disposição e já deve ficar com tudo preparado se o bebê chegar antes da hora.
A metodologia de lavagem é simples. Dispense produtos químicos usados em roupas de adultos e até mesmo os produtos infantis, que devem ser utilizados somente a partir do quarto ou quinto mês, quando a pele do bebê fica mais resistente.
Para os recém-nascidos, o mais recomendado é o sabão de coco ou neutro, que tem menos ácido e perfume na composição, portanto não causa alergia. Nada de amaciantes, alvejantes, sabão em pó comum ou removedor de manchas.
Não há nenhuma contra-indicação em usar a máquina de lavar. Porém, para as peças mais delicadas, prefira a lavagem à mão. O mais importante é caprichar no enxágüe para que não fiquem resquícios do produto no tecido.
Como o processo de lavagem do recém-nascido é diferenciado, algumas mães preferem não juntar a roupa do recém-nascido com as do resto da família. Esse cuidado também ajuda a evitar que a sujeira da roupa dos adultos entre em contato com as peças do bebê.
Como as crianças de sujam muito nos primeiros meses e têm que trocar de roupas algumas vezes por dia, provavelmente o volume de roupinhas para lavar será grande.


quarta-feira, 29 de abril de 2015

Brincar faz bem



Por que a brincadeira é essencial para o desenvolvimento

Brincar é crucial para o crescimento social, emocional, físico e cognitivo do seu filho. É a maneira da criança de aprender sobre seu corpo e sobre o mundo em que vive. Para conseguir isso, ela vai usar os cinco sentidos, principalmente no primeiro ano de vida.

Ferramenta de exploração

"Como será a sensação de colocar a mão nisso aqui? Será que faz barulho se eu apertar? O que acontece se eu puxar isso? E se eu for até lá? E se eu me segurar para ficar de pé?"

O principal objetivo da brincadeira é explorar. E, para uma criança pequena, tudo é experimento, até jogar o prato de comida no chão para ver o que acontece. Especialistas em desenvolvimento costumam dizer que brincar é o trabalho da criança (e limpar a bagunça aparentemente é o trabalho dos pais...).

Conforme a criança passa do primeiro ano de vida, a brincadeira deixa de ser tão concreta e começa a ser mais imaginativa e mais complexa. É através da brincadeira que ela vai treinar habilidades e qualidades como independência, criatividade, curiosidade e capacidade de solucionar problemas.

A brincadeira também pode servir como um espaço para explorar sentimentos e valores, assim como para desenvolver habilidades sociais. Bem antes de se sentir confortável de emprestar o brinquedo favorito para a irmã, sua filha pode experimentar oferecê-lo para uma boneca, de mentirinha.

Os primeiros "obrigados" e "por favor" espontâneos podem aparecer no meio de uma brincadeira de casinha. E que pai ou mãe resiste a desperdiçar um curativo para colocar no ursinho que se machucou?

"Pela brincadeira, devemos introduzir nas crianças valores fundamentais para a vida futura, como honestidade, companheirismo lealdade, responsabilidade, persistência e competitividade construtiva", observa o pediatra Fábio Picchi, membro do Conselho Médico do BabyCenter.

Que tipo de brincadeira é melhor?

Tudo depende da fase de desenvolvimento da criança. Como a brincadeira é a ferramenta que ela usa para entender o mundo, a melhor pista para a brincadeira ideal é a atividade que ela está se esforçando em aprender naquele momento.

Por exemplo, se você tem um bebê de 3 meses que está aprendendo a 
segurar objetos, dê a ele brinquedos leves e macios. Se, com 1 ano, ele estiver curioso sobre o fenômeno de causa e efeito, brinque de esconde-esconde debaixo de mesas e cadeiras.

Veja a seguir alguns tipos de brincadeiras que podem interessar crianças de idades distintas, de acordo com a recreacionista Catherine Marchant:


Brincadeira social

A interação com outras pessoas, especialmente com os pais, é muito importante ao longo do primeiro ano de vida. Bebês novinhos adoram sorrir, observar e gargalhar. Bebês um pouco mais velhos gostam de brincadeiras como "Cadê? Achou!", e de musiquinhas interativas como a da Dona Aranha.


Brincadeira com objetos

Para crianças de 4 a 10 meses de idade, pouca coisa é mais interessante que pôr a mão, bater, jogar, empurrar e interagir em geral com todo tipo de objeto -- e, é claro, colocá-lo na boca.


Brincadeira de representação

Empregar objetos de uso diário, imitando os adultos, é uma das brincadeiras preferidas de crianças de 1 ano de idade. As atividades são várias: falar ao telefone, cozinhar, dirigir, varrer... É a imaginação crescendo a cada dia.


Primeiras brincadeiras simbólicas

Esse tipo de brincadeira, comum por volta dos 2 anos de idade, envolve a criação de algo a partir do nada. Uma caixa de sapato pode se transformar num ônibus, com barulhos do motor e tudo. Qualquer outro objeto pode muito bem virar comidinha, por isso é importante tomar cuidado com coisas que possam ser engolidas.


Encenação de papéis

Perto de fazer 3 anos de idade, a criança revela seus dotes de atriz ou ator, passando a representar papéis diferentes: de médico, de professor, de mãe, de princesa, de super-herói... Nessa idade as fantasias passam a ser um dos brinquedos favoritos.

Quais são os melhores brinquedos?

Guie-se sempre pela idade da criança. Bebês de 2 meses vão adorar móbiles que se mexam e façam barulho. Já uma criança maiorzinha, com 1 ano, precisa de um pouco mais de "emoção", como carrinhos ou panelinhas. Leia mais abaixo sobre os melhores brinquedos e presentes por idade:

·         Recém-nascido a 6 meses
·         6 meses a 1 ano
·         1 ano
·         2 anos

Há algo que se deva fazer para a brincadeira ser mais educativa?

Experimente as seguintes sugestões:


Brincadeira é diferente de brinquedo

Brincar é se envolver em uma atividade divertida que envolva pessoas, objetos ou movimento, e não precisa necessariamente de um brinquedo.

Qualquer coisa, desde fazer bolhas de sabão a cantar, ou correr pela casa, pode ser considerada brincadeira. Você certamente já viu um bebê se divertir a valer com a embalagem do presente. Por aí dá para perceber como os critérios são amplos.


Sente-se no chão com a criança

Você não precisa fazer isso todas as vezes, mas é bom lembrar que você é o brinquedo preferido do seu filho, e qualquer coisa em que você estiver envolvido vai ser mais rico e divertido para ele. Aproveite para conversar com a criança enquanto brinca, para ao mesmo tempo ajudá-la a desenvolver a linguagem.


Só proponha brincadeiras novas quando seu filho estiver descansado

Brincar também cansa, e uma brincadeira nova exige energia extra. Procure momentos de bom humor, quando a criança estiver de barriguinha cheia e com o sono em dia. 


Saiba a hora de parar a brincadeira

Cada criança tem um limite diferente para a quantidade de estímulo que recebe. Quando seu filho começar a ficar irritado, cansado ou acelerado demais, é melhor fazer um intervalo, por mais que você e as outras pessoas estejam se divertindo.


Deixe seu filho escolher entre brincar sozinho ou com outras crianças

Tanto a brincadeira "solo" como a em grupo são benéficas ao desenvolvimento. Dependendo do temperamento da criança, pode ser que ela prefira grupos pequenos ou então brincar sozinha. Procure não forçá-la.


Deixe a criança decidir para onde a brincadeira vai

Você pode sugerir brincadeiras novas e apresentar opções de atividades, mas a criança deve ser a dona da brincadeira. Afinal de contas, o objetivo é se divertir, mesmo que ela não esteja seguindo as regras ou que esteja fazendo o carrinho voar em vez de andar na pista.

Até os 3 anos, a criança ainda é pequena para seguir regras. Procure se controlar e deixar que a criança decida o destino da brincadeira, mesmo que você não concorde (a não ser que haja questões de segurança envolvidas -- aí é sua obrigação intervir)